quarta-feira, 27 de março de 2013

aula tema reencarnação. ótima técnica e dinâmica para a aula de evangelização. idades 4 a 7 anos e 7 a 10 anos.



DINÂMICA - Reencarnação
Idade sugerida: 4 a 7 anos


Vocês se lembram da brincadeira do "Coelhinho sai da toca"?
Bem, adaptando a brincadeira para o tema Reencarnação, fazemos assim:

Divida os participantes em grupos de três crianças.
Duas crianças formam um lar (a família), uma casa, com as mãos dadas. A terceira criança será o "Reencarnante". No centro do círculo ficarão as crianças, "Reencarnantes" que estão à espera de reencarnar nos lares.
Quando alguém falar: "Reencarnação" (antigamente era: Coelhinho sai da toca!), todos os reencarnantes deverão trocar de lares e os reencarnantes que estão no centro procurarão um lar.
Quem não conseguir entrar em algum lar fica no centro, esperando nova oportunidade. Pode-se falar em corpo físico também, ao invés de lar.




DINÂMICA


JOGO DAS QUESTÕES - DESAFIO


TEMA: REENCARNAÇÃO


Sugestão é lançar o desafio como um jogo entre equipes.


Material: Chapéu confeccionado em EVA; sino ou campainha.
Colocar sobre a mesa no centro da sala uma campainha ou sino, e os treze chapéus com as palavras-chaves coladas na parte interna.
Assim que o Evangelizador lança a questão deve avançar um representante da equipe tocando a capainha, e logo então procurar nos chapéus a palavra chave da questão feita, mostrando a seguir para turma. Os chapéus que conseguirem deve os da equipe colocar na cabeça. Vencendo a equipe com maior número de chapéus.
A equipe que ganhar escolhe uma prenda para as outras cumprirem, como por exemplo: Cantarem uma música, explicarem um tema (evangélico ou espírita), fazer um desenho, etc.


Idade sugerida: 7 a 10 anos


* Se forem crianças maiores, aumentar o grau de dificuldade das questões.




1- Qual a finalidade da nossa existência?
R - Conseguirmos a perfeição moral.
Palavra chave a ser procurada: PERFEIÇÃO


2- O que um espírito precisa possuir para ser perfeito?
R- Precisamos possuir todas as virtudes, saber aplicá-las e também ter conhecimento de todas as ciências e todas as artes e utilizá-las para o bem.
Palavra chave a ser procurada: VIRTUDES


3- É possível alcançarmos a perfeição em apenas uma encarnação?
R- Uma única encarnação não é suficiente para que alcancemos a sabedoria e a pureza dos espíritos superiores.
Palavra chave a ser procurada: SABEDORIA


4- Porque Deus nos concede a permissão para reencarnarmos várias vezes?
R- Para que tenhamos tempo de atingir o grau de espíritos puros.
Palavra chave a ser encontrada: ESPÍRITOS


5- Como aproveitar bem nossa encarnação?
R- Aprendendo sempre e corrigindo erros cometidos nas encarnações anteriores.
Palavra chave a ser encontrada: APRENDER


6- O que significa a palavra reencarnar?
R- Reencarnar-se significa nascer de novo.
Palavra a ser encontrada: REENCARNAÇÃO


7- O que acontece com o corpo espiritual na hora do nascimento?
R- Ele se une ao corpo material.
A palavra a ser encontrada: NASCIMENTO


8- Todas as nossas encarnações se passam no planeta Terra?
R- Não, a Terra é apenas um dos planetas criados por Deus.
Palavra a ser encontrada: TERRA


9- Quando habitaremos planetas mais evoluídos?
R- Quando tivermos aprendido tudo o que devemos aprender para habitar a Terra.
Palavra a ser encontrada: PLANETA


10- Mantemos a memória integral de todas as nossas encarnações?
R- Nos esquecemos das vidas passadas enquanto estamos encarnados. Desencarnados poderemos lembrar de todas elas.
Palavra a ser encontrada: RECORDAÇÕES


11- Porque nos esquecemos das nossas vidas anteriores?
R- A lembrança do passado atrapalharia nossa vida de hoje.
Palavra a ser encontrada: LEMBRANÇA


12- Vivemos sempre do mesmo modo em cada encarnação?
R- Não, somos diferentes a cada encarnação.
Palavra a ser encontrada: DIFERENTES


13- Por que muitas vezes temos encarnações sofridas?
R- Uma reencarnação de sofrimento pode ser resultado de uma vida mal vivida.
Palavra a ser encontrada: JUSTIÇA


domingo, 10 de março de 2013

Perguntas me inquietam ao tentar compreender o Espiritismo. O que levou o educador Allan Kardec a desenvolver pesquisas psíquicas e lançar as bases do Espiritismo? Por que a sua obra diferencia-se de todas as outras obras espíritas?ALLAN KARDEC – O EDUCADOR

                                                ALLAN KARDEC – O EDUCADOR-Gustavo Leopoldo Daré

Perguntas me inquietam ao tentar compreender o Espiritismo. O que levou o educador Allan Kardec a desenvolver pesquisas psíquicas e lançar as bases do Espiritismo? Por que a sua obra diferencia-se de todas as outras obras espíritas?

Hippolyte Leon Denizard Rivail nasceu em Lion, França, em 1804. Dos 10 aos 15 anos estudou em Yverdon, Suíça, no célebre instituto do professor-filantropo Johann H. Pestalozzi. Frases de Pestalozzi sugerem que o ambiente em que Rivail consolidou sua personalidade, valorizava o sentimento e a educação integral através da prática, da observação e da convivência. “O principal do que digo, eu vi. E muito do que aconselho, eu fiz... Tudo o que digo repousa... em minhas experiências reais”, “A manifestação do amor é a salvação do mundo!... é o fio que liga o globo terrestre... que liga Deus e o homem”. “A educação (provém)... do reconhecimento das imutáveis leis da nossa natureza... o objetivo final da educação não é o de aperfeiçoar as noções escolares, mas sim o de preparar para a vida; não de dar o hábito da obediência cega... mas de preparar para o agir autônomo”.

Convicto do poder da educação e com forte senso de obrigação social, Rivail realizou intensa e precoce atividade literária e pedagógica. Chegou a Paris em 1820, se pôs a lecionar e a traduzir obras inglesas e alemãs. Lançou seu primeiro livro em 1823, com 18 anos. Até 1850 publicou 22 obras de ensino pré-universitário sobre pedagogia, mitologia, física, química, astronomia, fisiologia, aritmética, cálculo e gramática. Em 1825, com 20 anos, começou a dirigir uma “Escola de Primeiro Grau”. Em 1826 fundou o instituto técnico “Instituição Rivail”. Com 24 anos, escreveu em seu Plano para a Melhoria da Educação Pública: “A educação exige um estudo especial... conhecimento profundo do coração humano e da psicologia moral... a educação não se limita apenas à instrução... todas as partes... são... estreitamente ligadas...” “A grande diferença entre um professor (se limita a ensinar) e um educador (encarregado do desenvolvimento inteiro do homem)”. “Educação é o resultado do conjunto de hábitos adquiridos... resultado de todas as impressões que os provocavam”. “A inteligência deve ser desenvolvida desde cedo, como a moral, e não é sobrecarregando a memória... mas enriquecendo a imaginação de idéias justas...” Complementa em 1834: “Tudo é intelectual, tudo é moral”. “Conheça o movimento dos astros e seu espírito penetre no espaço; tudo isso está ao alcance... da adolescência. Então, não será, como um bruto, indiferente a tudo o que maravilha seu olhar; então não mais acreditará em almas do outro mundo, nem em fantasmas; não mais tomará fogos-fátuos por espíritos; não mais acreditará nos ledores de sorte... seu espírito se alargará contemplando o espaço imenso e sem limites”. Em 1857 volta a lançar livros, agora sobre Espiritismo, com o pseudônimo de Allan Kardec. Até seu desencarne, em 1869, publicou, pelo menos, 8 obras espíritas. Dos aproximadamente 188 textos que Kardec insere entre as perguntas dO Livro dos Espíritos, 39 estão diretamente relacionadas à educação. Qual força foi capaz de transformar o jovem Rivail, cético do mundo espiritual, no grande codificador do Espiritismo aos 53 anos?

Com intensa atividade intelectual e confiança na ciência para alcançar a verdade, em 1823, com 19 anos, iniciou seus estudos sobre o magnetismo. Ao longo de sua vida associou-se a 12 Academias científicas. Até meados do século XIX a ciência não era uma atividade profissional, e criavam-se academias para debater e aprimorar estes conhecimentos.

Rivail nos define a educação como um ato moral de argumentação racional. Sua confiança no método científico o fez mudar de paradigma, aceitou a existência dos Espíritos desencarnados, porém manteve-se fiel ao seu sonho, definido aos 30 anos com paixão e racionalidade: “a educação é a obra da minha vida, não faltarei à minha missão... inimigo de todo charlatanismo, não tenho o tolo orgulho de acreditar cumpri-la com perfeição, mas tenho ao menos a convicção de cumpri-la com consciência”. Seu entusiasmo com o Espiritismo provém não da descoberta científica da comunicabilidade da alma, mas da percepção de que este conhecimento transformaria os conceitos humanos, desenvolvendo a moral. Sua obra não se limita na ciência, religião ou filosofia, transcende-as ao tornar-se uma obra educadora, busca convencer racionalmente, baseada em fatos vividos cientificamente, com linguagem simples para ser acessível a todos. Outros filósofos e cientistas espíritas não tiveram a envergadura educadora e o engajamento social de Kardec.

Pergunto-me se poderemos completar a utopia de Kardec e transformar o Espiritismo em uma eficiente ferramenta social de educação moral em nosso tempo. Parece-me que precisamos ser mais apaixonados pela educação, mais comprometidos em agir moralmente e em estimular a autonomia, a racionalidade e a atitude científica do Homem.

Bibliografia:
O Livro dos Espíritos (Allan Kardec), Pestalozzi: educação e ética (Dora Incontri), Textos Pedagógicos: Hippolyte Léon Denizard Rivail (Dora Incontri), Allan Kardec: o educador e o codificador (Zêus Wantuil e Francisco Thiesen).

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

PLANO DE AULA 1. TEMA: Céu e Inferno c omo estado de alma. 2. OBJETIVO: As crianças deverão entender e sentir que "céu e inferno" não são lugares determinados no Mundo Espiritual, mas, sim, estado íntimo da criatura, alicerçado na consciência de cada um.


II CICLO - IDADES: 09/10

PLANO DE AULA
1. TEMA: Céu e Inferno c omo estado de alma.
2. OBJETIVO: As crianças deverão entender e sentir que "céu e inferno" não são lugares determinados no Mundo Espiritual, mas, sim, estado íntimo da criatura, alicerçado na consciência de cada um.
3. BIBLIOGRAFIA:
LE, 1016 - "(...) trazemos em nós mesmos c éu e inferno."
ESE, cap. 3, item 2 - "(...) há muitas moradas na casa do Pai, se bem que não circunscritas, nem localizadas."
Lc , 17: 20 e 21 - "O Reino de Deus está entre vós." - Jesus.
PAI NOSSO (Meimei / F.C.Xavier), c ap. 4.SEAREIROS DE VOLT A (Lourenço Prado / Waldo Vieira), pág. 155.

4. AULA:
a) Incentivação inicial: Exposição dialogada.
ESCREVER NO QUADRO-DE-GIZ: "A alegria após a realização de uma tarefa."
Perguntar: Depois que vocês terminam os deveres escolares, c omo vocês se sentem?
— Aliviados? Felizes? Leves? NÃO É ASSIM?
Essa sensação feliz é um estado de alma.
Compreenderam? Dialogar.
b) Desenvolvimento: Diálogo.
Meus amiguinhos, céu e inferno não existem c omo lugares localizados no Mundo Espiritual.
Mesmo a cidade espiritual "NOSSO LAR", que está em esfera superior, é uma colônia transitória, conforme os próprios Espíritos declaram.
Na verdade, céu e inferno não são lugares circunscritos ou localizados no Mundo Maior, mas estados íntimos de nossas almas, nossos corações, nossos sentimentos.
VEJAMOS: CÉU: Consciência tranquila decorrente de dever cumprido no estudo e no trabalho, também na fraternidade que dispensarmos aos nosso próximo.
INFERNO: Intranquilidade na alma, tristeza, insatisfação íntima, por não havermos cumprido com os deveres mencionados no "céu".
ASSIM SENDO, céu e inferno estão dentro de nós mesmos.
Para o estudo ficar mais claro, vamos narrar uma história com a participação de todos vocês.
Narrar a história.
c) Fixação: Interrogatório.
A história de João Evangelista, apóstolo de Jesus, demonstrando o seu estado de alma vacilante, desacordo com as circunstâncias, entre o dever de filho e a vontade de passear no monte, retrata bem que o estado de alma nos inclina para a tristeza ou nos eleva para a alegria.
São estado de alma.
d) Material didático:
Quadro- de- giz, o texto da história e quatro (4) ilustrações.
 

 Antes de narrar a história, escrever no quadro- de- giz:
— NESSE MOMENTO, JOÃO ESTAVA NO CÉU? ___________ ou no INFERNO? ___________.
_________________________________________________________________________________________________________________________
(Durante a narração, nas interferências, ir anotando as respostas, para se saber quantas vezes João no CÉU e quantas no INFERNO) .
_________________________________________________________________________________________________________________________
A ALEGRIA DO DEVER
DESENHO Nº 01Quando Jesus estava entre nós, recebeu certo dia a visita do apóstolo João, muito jovem ainda, que lhe disse estar incumbido, por seu pai, de fazer viagem a povoado próximo.
Era, porém, um dia de passeio ao monte e o moço achava- se muito triste por não poder fazer o passeio c om os seus amigos.
INTERFERÊNCIA (perguntar às crianças):
Nesse momento, João estava no "inferno" ou no "céu"? (anotar no quadro) .
DESENHO Nº 02:
O Divino Amigo, contudo, exortou- o a cumprir o dever.
Seu pai prec
isava do serviço e não seria justo prejudicá- lo.
João ouviu o conselho e resolveu atender ao seu pai.
INTERFERÊNCIA (perguntar às crianças):
Nesse momento, João estava no "inferno" ou no "céu"? (anotar no quadro) .
DESENHO Nº 03:O serviço exigiu- lhe quatro (4) dias, mas foi resolvido com êxito, conforme seu pai desejava.
Mas, seu pai, afligiu- se muito porque João regressava de semblante contrafeito.
INTERFERÊNCIA (perguntar ...):
Nesse momento, João estava no "inferno" ou no "céu"? (anotar no quadro) .
DESENHO Nº 04:João voltou a procurar o Mestre amigo.
— João, cumpriste o prometido?
— Sim, respondeu o apóstolo, visivelmente contrariado.
— A tendeste à Vontade de Deus, auxiliando teu pai?
— Sim, tornou o jovem.
— Então, ainda falta um dever a cumprir — o dever de permaneceres alegre por haveres
correspondido à confiança do Céu.
João meditou sobre a lição e fez- se alegre.
INTERFERÊNCIA (perguntar ...):
Nesse momento, João estava no "inferno" ou no "c éu"? (anotar no quadro) .
Nota final:
A tranqüilidade voltou ao coração e à fisionomia do velho Zebedeu, pai de João, que compreendeu que, no cumprimento da Vontade de Deus, não podemos e nem devemos entristecer ninguém.



Espírito: Meimei
Médium: Chico Xavier

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Aula - Perdão. Plano de aula evangelização Espirita. Objetivos: Levar as crianças a compreenderem que perdoar consiste no esquecimento total das ofensas recebidas. Devemos perdoar sempre, pois estamos sujeitos ao erro e necessitaremos do perdão alheio. Quando Jesus nos convida a perdoar quantas vezes forem necessárias, Ele quer dizer que fazendo isso, estamos trabalhando para o nosso próprio equilíbrio espiritual.


Objetivos: Levar as crianças a compreenderem que perdoar consiste no esquecimento total das ofensas recebidas. Devemos perdoar sempre, pois estamos sujeitos ao erro e necessitaremos do perdão alheio. Quando Jesus nos convida a perdoar quantas vezes forem necessárias, Ele quer dizer que fazendo isso, estamos trabalhando para o nosso próprio equilíbrio espiritual.

Preparo da sala: Anteriormente a sala foi preparada da seguinte forma: foram retiradas as cadeiras, colado balões nas paredes escritos sentimentos bons.

Música para harmonizar
Prece Inicial
Primeiro momento: Contar a história com os evangelizando sentados confortáveis no chão formando circulo.
“Mariana e Carol eram grandes amigas, um dia, Carol sem querer quebrou uma boneca de Mariana. Ela pediu desculpa para a amiga, mas Mariana não a perdoou.
A partir desse dia, Mariana não quis conversar mais com Carol, e isso deixou Carol muito triste.”
Desde esse dia Mariana passou a carregar um sentimento muito ruim em seu coração.
(Interferência) Vamos descobrir qual é esse sentimento? (dar dicas caso for preciso). Está certo é a mágoa, vamos ver como é ruim ficar com mágoa no coração? Todos pensem em alguém que não perdoaram por qualquer motivo.
Segundo momento: Atividade psicodramática: Distribuir bolinhas (de cor escura) feitas de papel para cada evangelizando.
Dizer a seguir: Agora imaginem que o que seguram na mão é uma mágoa que vocês não conseguiram perdoar. Ela está em vocês, grudada e não podem soltá-la. Será que uma mágoa, uma ofensa atrapalha a vida de quem a carrega?
Com uma das mãos sempre segurando a bola, vocês vão fazer o seguinte: (
A evangelizadora vai orientá-los fazer uma coisa de cada vez dando tempo para que sintam a dificuldade em realizar o que está sendo pedido)
1. Bater palmas;
2. Cumprimentar uns aos outros;
3. Abraçar;
4. Pentear os cabelos;
5. Limpar o ouvido;
6. Fazer um desenho (distribuir folhas e lápis - desenho livre).
Terceiro momento: Reflexão:E então, foi difícil fazer o que foi pedido? Assim a mágoa, ela é como a bola de papel, ela impede atrapalha quem a carrega de fazer uma porção de coisas boas.
Então o que fazer? Perdoar. Como perdoar? Esquecendo a ofensa. Não ficar lembrando, não ficar contando o que aconteceu para todas as pessoas que encontrar, não desejar o mal da para pessoa. Perdoar com o coração.
Vou contar pra vocês uma lição que Jesus deixou pra nós. Um dia, Pedro se aproximou de Jesus e lhe perguntou: Senhor, quantas vezes perdoarei ao meu irmão quando pecar contra mim? Será até sete vezes? Jesus lhe respondeu: Não vos digo que apenas sete vezes e sim setenta vezes sete vezes. Devemos perdoar todas as pessoas e quantas vezes forem necessárias. Devemos nos perdoar também (auto-perdão), pois todos nós erramos.Quando não perdoamos fica um peso em nosso coração, causando tristezas, nos impedindo de fazer muitas coisas boas. É como se carregássemos uma pedra na mão sempre. É como se um veneninho fosse aos poucos entrando no nosso corpo, podendo nos causar doenças, isso nos prejudica e atrasa nossa evolução.
Passar o lixo e dizer-lhes: Então, vamos jogar essa mágoa fora? Lembre-se de alguém que você não perdoou e jogue fora a mágoa que tem dele aqui.
Depois convidá-los a repetir a atividade anterior de bater palmas, cumprimentar uns aos outros, abraçar, etc.
Quarto momento: Atividade criativa – Pedir aos evangelizando que virem à folha (do desenho feito anteriormente); escrever no quadro: “Quais sentimentos ganhamos quando perdoamos?” pedir que cada um desenhe a si mesmo rodeados de sentimentos que ganham ao perdoarem, e que as dicas estão espalhadas pela sala (os balões coloridos com os sentimentos bons escritos neles).

Prece Final.


Fonte: evangelização Espirita infantil

sábado, 15 de dezembro de 2012

Dinâmica - Aprendendo o cuidado com os seres vivos. Dinâmica. O valor de uma vida



Na praia a menina achou uma concha,
Uma conchinha lindinha de arrepiar.
No dia seguinte, as suas amigas
Daquela conchinha iriam gostar.
Mas dentro da concha havia um bichinho,
Vivo, vivinho, a respirar.
“Se eu levo essa concha”, pensou a menina,
“A vida do bicho vai se acabar”.
“Se eu levo essa concha o bicho não vive,
mas minhas amigas vão me elogiar.”
“Se eu levo essa concha, se eu mato esse bicho,
com esse elogio, eu vou me alegrar?”
“Se eu deixo a conchinha, se eu salvo uma vida
ninguém vai saber, mas eu vou gostar.”
Então a menina, com muito cuidado,
Deixou a conchinha nas águas do mar... 
Pedro Bandeirapoeta e escritor.
( introcução para a tematica contida no curriculo) G.T.

domingo, 18 de novembro de 2012

Dinamica: Aula para Juventude. OBJETIVOS: Conscientizar os jovens que eles são uma peça fundamental para a harmonia da família.



EU E MINHA CASA
OBJETIVOS: Conscientizar os jovens que eles são uma peça fundamental para a harmonia da família.
MATERIAL NECESSÁRIO: Cartolina, frases recortadas (abaixo) e cola.
DESENVOLVIMENTO: Os jovens deverão correlacionar as doze frases ao comportamento:
 invisível (parece que não está lá), 
participativo (participa ativamente de tudo) ou 
visitante (é indiferente a tudo o que acontece em casa). 

O educador deverá colar na cartolina uma frase de cada vez, em
seguida os jovens irão dizer o tipo de comportamento contido na frase. É claro que as compreensões colocadas aqui podem não ser as mesmas que a dos jovens, sendo uma excelente
oportunidade para o debate (ex.: o educador coloca que a frase 1 é do comportamento invisível, mas o jovem acha que é visitante. Então, é uma ótima oportunidade de se falar sobre isso).

FRASES:
1. Normalmente, eu chego a casa, passo direto pro meu quarto e só saio dele se for para comer ou para sair de novo!

2. Faço questão de saber como andam as coisas lá em casa!

3. Participo de tantas atividades, que saio de casa às 6:30h e só volto às 22:00h. Aí, já é hora de dormir! E no outro dia, começar tudo de novo!

4. Gosto de sentar com minha mãe e conversar sobre tudo. Até besteiras!!!

5. Se eu pudesse... Eu sumia para ninguém me ver!!! Que saco essa vida!!!

6. Muitas vezes, acho que meus pais não me conhecem!!! Tratam-me de forma estranha!

7. Ajudo nas tarefas de casa!!! Adoro consertar algo quebrado!!!

8. Sou meio chato, às vezes, cobro se meus irmãos estão estudando mesmo!!! Afinal, quero que eles se deem bem na vida!

9. Minha irmã engravidou do namorado. Eu não quero nem estar perto na hora da confusão!!!

10. Esse negócio de família é complicado. É melhor não ter, ou será o contrário?! Estou confuso!

11. Nossas virtudes são diferentes... Nossos defeitos também... Isso não me importa!!! Quero é viver a minha vida e cada um que viva a sua!!!

12. Faço parte de uma família de 08 pessoas. Sinto-me um ET... São tão diferentes!!!

RESPOSTAS:
1. Comportamento invisível
2. Comportamento participativo
3. Comportamento invisível

G.T

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Com Certeza, Cecilia Rocha, nossa querida professora que voltou para a Pátria Espiritual(Faleceu em Brasília aos 93 anos de idade, às 02 h do dia 05 de novembro de 2012,) também, deixou seu legado no mundo e agora retorna a verdadeira vida, deixando, aqui, no Planeta, não só ensinamentos, exemplos de moralidade, dedicação à causa da Evangelização Infanto Juvenil, à causa do Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita, mas muita saudade e desejo de continuarmos, cada vez mais a EVANGELIZAR A CRIANÇA E O JOVEM contribuindo como tantos outros (Johan Heinrich Pestalozzi,Jean Jaques Rousseau, Frederich Froebel, Henri Paul Hyacinthe Wallon, Maria Tecla Artemesia Montessori, Jean Piaget foram educadores que passaram pelo Planeta Terra, deixando seu legado de luz para as linhas pedagógicas da educação do ser )



Johan Heinrich Pestalozzi,Jean Jaques Rousseau, Frederich Froebel, Henri Paul Hyacinthe Wallon, Maria Tecla Artemesia Montessori, Jean Piaget foram educadores que passaram pelo Planeta Terra, deixando seu legado de luz para as linhas pedagógicas da educação do ser..
Com Certeza, Cecilia Rocha, nossa querida professora que voltou para a Pátria Espiritual(Faleceu em Brasília aos 93 anos de idade, às 02 h do dia 05 de novembro de 2012,) também, deixou seu legado no mundo e agora retorna a verdadeira vida, deixando, aqui, no Planeta, não só ensinamentos, exemplos de moralidade, dedicação à causa da Evangelização Infanto Juvenil, à causa do Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita, mas muita saudade e desejo de continuarmos, cada vez mais a EVANGELIZAR A CRIANÇA E O JOVEM!
 
Um pouco da vida de nossa valorosa amiga:

CECÍLIA ROCHA
 
 Cecília Rocha nasceu em Porto Alegre em 21 de maio de 1919, um ano após o amistício de paz da 1˚ Grande Guerra Mundial, portando uma tarefa de luz.

Filha de José Rocha e Carmem Rocha. Ele, mineiro de sete Lagoas e ela, gaúcha da cidade de Jaguarão. O pai era comerciante. A mãe era de prendas domésticas.

Foi a primogênita de um grupo de cinco irmãos: Otávio, Alberto, Mário e Fernando.
Passou sua infância na Av. Brasil, no bairro São Geraldo, em Porto Alegre.

Após completar o Ensino Fundamental, ela cursou Ensino Médio no Instituto de Educação General Flores Cunha, em Porto Alegre, onde concluiu o curso de Magistério em 1938, definindo, desta forma, sua futura atuação brilhante na área da Educação voltada para a criança e o jovem.

Em seguida fez o curso “Métodos e Técnicas Pedagógicas” e desenvolveu alguns estágios em escolas públicas de sua cidade natal, buscando mais aperfeiçoamento na área docente.

Em 1940, foi nomeada para o Magistério Público do Rio Grande do Sul, atuando inicialmente no interior do estado. Cecília imprimia nas escolas que dirigia, um trabalho administrativo e pedagógico que se destacava pela organização e progresso.

Ela estimulava a comunidade escolar a integrar-se com as famílias e com as demais instituições da localidade onde estava inserida, promovendo atividades culturais e cívicas de alto significado para todos.

Sua atuação caracteriza-se pelo diálogo aberto com os alunos, professores e as famílias, buscando preservar e colocar em prática os valores morais. Dessa forma, ela sempre podia contar com a adesão de todos para os seus projetos.

O espaço físico das escolas sob direção de Cecília passava constantemente por transformações, pois ela não media esforços para melhorar as instalações escolares, desde as salas de aula até o jardim e a horta.

Para tanto ela envolvia os professores, os pais e a comunidade, a fim de ajudá-la nesse empreendimento em que os beneficiados eram os alunos, que passavam a ter um espaço escolar limpo e agradável, mesmo sendo uma escola pública.

A sua atuação dinâmica nas escolas públicas estaduais de interior do estado do Rio Grande do Sul permaneceu até 1947, quando foi transferida para lecionar em Porto Alegre.

Em 1957, quando já estava integrada no Movimento Espírita Gaúcho como Evangelizadora, a jovem professora foi convidada a assumir a direção da Escola primária Particular do Instituto Espírita Amigo Germano. A escola era de Ensino Fundamental, de caráter assistencial, voltado à alfabetização de crianças carentes, com professoras cedidas pela Secretaria de Educação do Estado.

No ano de 1958, participou de uma Confraternização de Mocidades Espíritas do Norte e Nordeste ocorrida em Teresina, estado do Piauí. Representando o rio Grande do Sul apresentou suas experiências ao lado de sua cunhada, professora Dinah Rocha, nas terras gaúchas. Por ocasião conversou pela primeira vez com Divaldo Pereira Franco, que nessa oportunidade convidou-a para conhecer a Mansão do Caminho e orientar a escola lá existente. Cecília aceitou o convite e em 1960, passou de março a dezembro na Mansão do Caminho, onde trabalhou como diretora da Escola Primária da Obra Sócio-Educacional de Divaldo Franco, em Salvador, Bahia.

Durante esse período atuou como verdadeira missionária da educação espírita, com devotamento e abnegação em favor do ideal. Sua jovialidade e conhecimentos técnicos cativou a todos, contribuindo pedagogicamente para melhorar a educação das crianças internas da Casa, ensinando canto, jogral, coral, teatro e, sobretudo, disciplina, baseada sempre na Codificação Espírita.

Segundo Divaldo, quando conheceu Cecília Rocha, o mesmo teve oportunidade de contatar o espírito Francisco Spinelli, que a acompanhava, inspirando no desenvolvimento das tarefas a que entregara a preciosa existência. O nobre mentor, informou-lhe, naquele momento, de que se tratava de alguém comprometida com o labor missionário de iluminação das consciências infanto-juvenis, a luz meridiana do Espiritismo. O médium baiano ficou muito impressionado com a simplicidade e devotamento da querida amiga, restabelecendo vínculos de grande afeição e respeito a partir de então, entendendo a alta gravidade do ministério desta tarefeira, a seriedade com que o exercia, a sua relação profunda com as entidades venerandas que administram o movimento espírita no Brasil.

A convite, Cecília viajou para vários municípios do interior da Bahia, a fim de divulgar o trabalho de Evangelização e fazer palestras. Quando terminou o ano letivo, retornou à Porto Alegre.

Sempre encontrou grande apoio em Divaldo para o desempenho de sua tarefa. Eles mantinham contato constante, e ele aproveitava suas viagens para divulgar a importância do trabalho de preparação de Evangelizadores feito por ela e sua equipe. O tribuno baiano procurava dar apoio estratégico para os deslocamentos de Cecília, quanto a hospedagem em casa de confrades dele conhecidos, nos vários estados do Brasil onde ela ia, juntamente com sua equipe, realizar sua tarefa; dessa forma recebiam todo carinho e apoio para implementar o Curso de preparação de Evangelizadores, que era o carro chefe da tarefa naquela época.

Ademais, Cecília e Dinah Rocha, em face de serem educadoras exemplares, tornaram-se pioneiras dessa atividade, embora outros já o viessem realizando também, porém, elas ofereceram o contributo da psicologia infantil, da pedagogia contemporânea (desde aquela época), criando textos, histórias, canções, nas quais eram introduzidos os ensinamentos do Espiritismo, perfeitamente ajustado ao interesse das gerações a que se destinavam.

Durante a década de 70 atuou na direção de instituições como a Associação Educacional Mahatma Gandhi, em Porto Alegre, e Escola Primária do Lar dos Pequenos de Jesus, atendendo crianças carentes e classes especiais para alunos deficientes mentais. Nesta ocasião, cursou, com destaque, a Faculdade de Educação Porto Alegrense, concluindo em 1976 o curso de Licenciatura Plena em Pedagogia, com especialização em Administração Escolar.

Em 1980, Cecília Rocha transfere-se da Federação Espírita do Rio Grande do Sul – FERGS, para Federação Espírita Brasileira – FEB, em Brasília, pois o inesquecível presidente Francisco Thiesen necessitava de alguém portador de altos conhecimentos doutrinários e de vivência junto às crianças e aos jovens, a fim de ampliar o programa da DIJ no Conselho Federativo Nacional, e ninguém melhor que reunisse as qualidades da querida educadora gaúcha.

Com verdadeira sabedoria, Cecília não se afastou das suas raízes de nascimento e doutrinárias, antes soube colocar uma ponte de ligação, que prossegue forte, mantendo os compromissos de maneira airosa e feliz, sem prejuízo de qualquer natureza.

Os Espíritos Meimei, Emmanuel, Amélia Rodrigues, Joanna de Ângelis, que no mundo espiritual responsabilizam-se pela tarefa de educação das gerações novas à luz do Espiritismo, convidaram Cecília Rocha, antes da reencarnação, para esse mister. Desse modo, a querida amiga foi preparada em escolas específicas da espiritualidade para equipar-se dos recursos hábeis, de modo que, no plano físico, vinculada aos mesmos, pudesse desempenhar a tarefa ao lado de outros dedicados trabalhadores que honram nossas fileiras educacionais.

Francisco Spinelli e Francisco Thiesen, hoje já no plano espiritual, sabendo, antes do renascimento no corpo físico, do compromisso de Cecília Rocha com a ampliação das fronteiras do Espiritismo junto à infância e à juventude, ao reencontrarem-na, não tiveram dúvida em oferecer-lhe todo o apoio necessário ao desempenho da relevante tarefa. Ambos, espíritas pela segunda vez, porquanto conheceram a Doutrina aos dias do Codificador, havendo cooperado, naquela ocasião, com o insigne mestre de Lyon, foram incumbidos por Ismael a desenvolver tarefas relevantes no solo brasileiro, para onde foram transladados da França do século XIX. Ademais, inspirados pelos mesmos Benfeitores do Mais Além, sentiram a grandeza da realização em pauta e engajaram-se, demonstrando o seu grande amor à Doutrina, conforme lhes era natural. Sabiam que o futuro cabe sempre às novas gerações, sendo necessário prepará-las ao Sol do Espiritismo para que o porvir seja mais feliz e rico de luz.

Cecília, desde 1983, teve ampliada sua ação na área de ensino da FEB; além da coordenação do DIJ (Departamento da Infância e Juventude), assumiu o ESDE (Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita), a Mediunidade e o Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita. Passou, também, a orientar a elaboração das apostilas que dão suporte didático-pedagógico a estas atividades. Em perfeita identificação aos postulados doutrinários, vem evitando as adições abusivas, as distorções do pensamento exposto na Codificação, sempre orientando para o melhor aprofundamento nas questões abordadas pela Doutrina.

Trata-se de um trabalho de equipe sob sua direção, utilizando-se de pessoas habilitadas nos modernos contributos da Psicologia, da Metodologia e Pedagogia, ao lado da sua cultura geral e larga experiência nessas áreas.

Nossa querida companheira tem atuado na área de Evangelização de novas gerações desde 1951 até os dias atuais, sempre buscando, com as várias equipes que tem trabalhado, atualizar metodologias, estratégias, resguardando o conteúdo evangélico-espírita que é a linha mestra da atividade.

Cecília, quando questionada se tinha noção da amplitude do trabalho durante o desenvolvimento inicial do mesmo, informa que não tinha idéia consciente da dimensão da tarefa, mas, que a realizava com muito entusiasmo e esmero, com o objetivo de que todos ficassem bem preparados para o desafio de evangelizar. Inclusive, alguns líderes espíritas da época a consideravam muito aventureira, por viajar tanto e envolver-se com tantas equipes pelo Brasil afora. Só agora, passados mais de 50 anos e observando os resultados, é que ela dá-se conta da amplitude do projeto ao qual ela estava engajada.

Entre as muitas qualidades do seu caráter, destaca-se a sua fidelidade ao Espiritismo, posto acima dos interesses pessoais e das afeições humanas. A sua sinceridade, feita de lealdade e amor pela Causa, são um dos belos valores do seu comportamento. A sua renúncia à família, aos afetos, às comodidades, viajando de um lado para outro, no Brasil e no exterior, nos dias que se foram, muito difíceis e preconceituosos, diversos dos atuais, dizem da grandeza do Espírito que ela é. A bondade, a gentileza, o carinho para com todos, são outros dos valores que possui.

Onde quer que Cecília Rocha tenha estado, ela soube implantar com sabedoria e gentileza, o programa de Evangelização espírita infanto-juvenil, deixando, em toda parte do Brasil e de diversos países americanos, pegadas luminosas, que servem de setas brilhantes apontando o porvir ditoso da humanidade.

Cecília, desde sua formação no curso de magistério, dedicou-se a estudar a vida e a obra dos grandes educadores da humanidade, buscando neles embasamento teórico e inspiração para a prática docente.

Para ela, Jerônimo de Braga, discípulo de Jan Huss, sempre foi motivo de profunda reflexão sobre a questão de seleção e importância do conteúdo a ser ministrado para crianças e jovens. Pois essa é uma das suas preocupações constantes como educadora: o que ensinar, o que oferecer ao aluno, espírito imortal que está de passagem pela encarnação? Qual a bagagem que lhe será útil quando retornar à verdadeira vida, que é a espiritual? O que ele precisa saber que será de real utilidade na sua condição de espírito imortal, filho de Deus?

Jon Amos Comeniuns é um dos mestres prediletos de Cecília porque ele encontrou muitas respostas e sugestões sobre como desenvolver o conteúdo selecionado, ajudando-a a refletir sobre qual metodologia é a mais adequada para realmente estimular o interesse do aprendiz, quais os recursos mais significativos a serem utilizados que realmente despertarão as potencialidades latentes adormecidas, no âmago de cada aluno.

Cecília buscou, também, inspiração e orientação nos ideais de Jean Jaques Rousseau, na proposta pedagógica de Pestalozzi, comprovados pela sua aplicação prática em Frederich Froebel e sua proposta didática voltada aos primeiros anos de infância, bem como Maria de Montessori, entre outros.

Cecília sempre se manteve atenta às novas teorias acerca do ensino e aprendizagem, analisando, com muito critério, as novidades que têm surgido nos séculos XX e XXI na Pedagogia, propondo discussões com as equipes de trabalho que ela coordena, buscando absorver o que é útil e bom e que virá enriquecer o trabalho pedagógico proposto pela FEB.

Bibliografia:
OLIVEIRA, Gladis Pedersen de. – A Missão e os Missionários – Porto Alegre, RS – Editora Francisco Spinelli, 1˚ Edição, 2009. 288p.