sexta-feira, 18 de abril de 2014

AULAS PARA EVANGELIZAÇÃO INFANTIL. Pascoa

O Espiritismo não celebra a Páscoa, mas respeita as manifestações de religiosidade das diversas igrejas cristãs, e também não proíbe que seus adeptos manifestem sua religiosidade.

Páscoa, ou Passagem, simboliza a libertação do povo hebreu da escravidão sofrida durante séculos no Egito, mas no Cristianismo comemora a ressurreição do Cristo, que se deu na Páscoa judaica do ano 33 da nossa era, e celebra a continuidade da vida.

O Espiritismo, embora sendo uma Doutrina Cristã, entende de forma diferente alguns dos ensinamentos das Igrejas Cristãs. Na questão da ressurreição, para nós, espíritas, Jesus apareceu à Maria de Magdala e aos discípulos, com seu corpo espiritual, que chamamos de perispírito. Entendemos que não houve uma ressurreição corporal, física. Jesus de Nazaré não precisou derrogar as leis naturais do nosso mundo para firmar o seu conceito de missionário. A sua doutrina de amor e perdão é muito maior que qualquer milagre, até mesmo a ressurreição.

Isto não invalida a Festa da Páscoa se a encararmos no seu simbolismo. A Páscoa Judaica pode ser interpretada como a nossa libertação da ignorância, das mazelas humanas, para o conhecimento, o comportamento ético-moral. A travessia do Mar Vermelho representa as dificuldades para a transformação. A Páscoa Cristã, representa a vitória da vida sobre a morte, do sacrifício pela verdade e pelo amor. Jesus de Nazaré demonstrou que pode-se Executar homens, mas não se consegue matar as grandes idéias renovadoras, os grandes exemplos de amor ao próximo e de valorização da vida.

Como a Páscoa Cristã representa a vitória da vida sobre a morte, queremos deixar firmado o conceito que aprendemos no Espiritismo, que a vida só pode ser definida pelo amor, e o amor pela vida. Foi por isso que Jesus de Nazaré afirmou que veio ao mundo para que tivéssemos vida em abundância, isto é, plena de amor.


Amílcar Del Chiaro Filho

Por que não ensinaram os Espíritos, em todos os tempos, o que ensinam hoje? Não ensinais às crianças o que ensinais aos adultos ...


Por que não ensinaram os Espíritos, em todos os tempos, o que ensinam hoje? Não ensinais às crianças o que ensinais aos adultos e não dais ao recém-nascido um alimento que ele não possa digerir. Cada coisa tem seu tempo. Eles ensinaram muitas coisas que os homens não compreenderam ou adulteraram, mas que podem compreender agora. Com seus ensinos, embora incompletos, prepararam o terreno para receber a semente que vai frutificar." - Item 801

Allan Kardec

Desde pequenina, a criança manifesta os instintos bons ou maus que traz da sua existência anterior. A estudá-los devem os pais aplicar-se.


Desde pequenina, a criança manifesta os instintos bons
ou maus que traz da sua existência anterior. A estudá-los
devem os pais aplicar-se. Todos os males se originam do
egoísmo e do orgulho. Espreitem, pois, os pais os menores
indícios reveladores do gérmen de tais vícios e cuidem de
combatê-los, sem esperar que lancem raízes profundas.
Façam como o bom jardineiro, que corta os rebentos defeituosos
à medida que os vê apontar na árvore. Se deixarem
se desenvolvam o egoísmo e o orgulho, não se espantem de
serem mais tarde pagos com a ingratidão. Quando os pais
hão feito tudo o que devem pelo adiantamento moral de
seus filhos, se não alcançam êxito, não têm de que se inculpar
a si mesmos e podem conservar tranqüila a consciência.
À amargura muito natural que então lhes advém
da improdutividade de seus esforços, Deus reserva grande
e imensa consolação, na certeza de que se trata apenas de
um retardamento, que concedido lhes será concluir noutra
existência a obra agora começada e que um dia o filho ingrato
os recompensará com seu amor.

Allan Kardec

quarta-feira, 27 de março de 2013

aula tema reencarnação. ótima técnica e dinâmica para a aula de evangelização. idades 4 a 7 anos e 7 a 10 anos.



DINÂMICA - Reencarnação
Idade sugerida: 4 a 7 anos


Vocês se lembram da brincadeira do "Coelhinho sai da toca"?
Bem, adaptando a brincadeira para o tema Reencarnação, fazemos assim:

Divida os participantes em grupos de três crianças.
Duas crianças formam um lar (a família), uma casa, com as mãos dadas. A terceira criança será o "Reencarnante". No centro do círculo ficarão as crianças, "Reencarnantes" que estão à espera de reencarnar nos lares.
Quando alguém falar: "Reencarnação" (antigamente era: Coelhinho sai da toca!), todos os reencarnantes deverão trocar de lares e os reencarnantes que estão no centro procurarão um lar.
Quem não conseguir entrar em algum lar fica no centro, esperando nova oportunidade. Pode-se falar em corpo físico também, ao invés de lar.




DINÂMICA


JOGO DAS QUESTÕES - DESAFIO


TEMA: REENCARNAÇÃO


Sugestão é lançar o desafio como um jogo entre equipes.


Material: Chapéu confeccionado em EVA; sino ou campainha.
Colocar sobre a mesa no centro da sala uma campainha ou sino, e os treze chapéus com as palavras-chaves coladas na parte interna.
Assim que o Evangelizador lança a questão deve avançar um representante da equipe tocando a capainha, e logo então procurar nos chapéus a palavra chave da questão feita, mostrando a seguir para turma. Os chapéus que conseguirem deve os da equipe colocar na cabeça. Vencendo a equipe com maior número de chapéus.
A equipe que ganhar escolhe uma prenda para as outras cumprirem, como por exemplo: Cantarem uma música, explicarem um tema (evangélico ou espírita), fazer um desenho, etc.


Idade sugerida: 7 a 10 anos


* Se forem crianças maiores, aumentar o grau de dificuldade das questões.




1- Qual a finalidade da nossa existência?
R - Conseguirmos a perfeição moral.
Palavra chave a ser procurada: PERFEIÇÃO


2- O que um espírito precisa possuir para ser perfeito?
R- Precisamos possuir todas as virtudes, saber aplicá-las e também ter conhecimento de todas as ciências e todas as artes e utilizá-las para o bem.
Palavra chave a ser procurada: VIRTUDES


3- É possível alcançarmos a perfeição em apenas uma encarnação?
R- Uma única encarnação não é suficiente para que alcancemos a sabedoria e a pureza dos espíritos superiores.
Palavra chave a ser procurada: SABEDORIA


4- Porque Deus nos concede a permissão para reencarnarmos várias vezes?
R- Para que tenhamos tempo de atingir o grau de espíritos puros.
Palavra chave a ser encontrada: ESPÍRITOS


5- Como aproveitar bem nossa encarnação?
R- Aprendendo sempre e corrigindo erros cometidos nas encarnações anteriores.
Palavra chave a ser encontrada: APRENDER


6- O que significa a palavra reencarnar?
R- Reencarnar-se significa nascer de novo.
Palavra a ser encontrada: REENCARNAÇÃO


7- O que acontece com o corpo espiritual na hora do nascimento?
R- Ele se une ao corpo material.
A palavra a ser encontrada: NASCIMENTO


8- Todas as nossas encarnações se passam no planeta Terra?
R- Não, a Terra é apenas um dos planetas criados por Deus.
Palavra a ser encontrada: TERRA


9- Quando habitaremos planetas mais evoluídos?
R- Quando tivermos aprendido tudo o que devemos aprender para habitar a Terra.
Palavra a ser encontrada: PLANETA


10- Mantemos a memória integral de todas as nossas encarnações?
R- Nos esquecemos das vidas passadas enquanto estamos encarnados. Desencarnados poderemos lembrar de todas elas.
Palavra a ser encontrada: RECORDAÇÕES


11- Porque nos esquecemos das nossas vidas anteriores?
R- A lembrança do passado atrapalharia nossa vida de hoje.
Palavra a ser encontrada: LEMBRANÇA


12- Vivemos sempre do mesmo modo em cada encarnação?
R- Não, somos diferentes a cada encarnação.
Palavra a ser encontrada: DIFERENTES


13- Por que muitas vezes temos encarnações sofridas?
R- Uma reencarnação de sofrimento pode ser resultado de uma vida mal vivida.
Palavra a ser encontrada: JUSTIÇA


domingo, 10 de março de 2013

Perguntas me inquietam ao tentar compreender o Espiritismo. O que levou o educador Allan Kardec a desenvolver pesquisas psíquicas e lançar as bases do Espiritismo? Por que a sua obra diferencia-se de todas as outras obras espíritas?ALLAN KARDEC – O EDUCADOR

                                                ALLAN KARDEC – O EDUCADOR-Gustavo Leopoldo Daré

Perguntas me inquietam ao tentar compreender o Espiritismo. O que levou o educador Allan Kardec a desenvolver pesquisas psíquicas e lançar as bases do Espiritismo? Por que a sua obra diferencia-se de todas as outras obras espíritas?

Hippolyte Leon Denizard Rivail nasceu em Lion, França, em 1804. Dos 10 aos 15 anos estudou em Yverdon, Suíça, no célebre instituto do professor-filantropo Johann H. Pestalozzi. Frases de Pestalozzi sugerem que o ambiente em que Rivail consolidou sua personalidade, valorizava o sentimento e a educação integral através da prática, da observação e da convivência. “O principal do que digo, eu vi. E muito do que aconselho, eu fiz... Tudo o que digo repousa... em minhas experiências reais”, “A manifestação do amor é a salvação do mundo!... é o fio que liga o globo terrestre... que liga Deus e o homem”. “A educação (provém)... do reconhecimento das imutáveis leis da nossa natureza... o objetivo final da educação não é o de aperfeiçoar as noções escolares, mas sim o de preparar para a vida; não de dar o hábito da obediência cega... mas de preparar para o agir autônomo”.

Convicto do poder da educação e com forte senso de obrigação social, Rivail realizou intensa e precoce atividade literária e pedagógica. Chegou a Paris em 1820, se pôs a lecionar e a traduzir obras inglesas e alemãs. Lançou seu primeiro livro em 1823, com 18 anos. Até 1850 publicou 22 obras de ensino pré-universitário sobre pedagogia, mitologia, física, química, astronomia, fisiologia, aritmética, cálculo e gramática. Em 1825, com 20 anos, começou a dirigir uma “Escola de Primeiro Grau”. Em 1826 fundou o instituto técnico “Instituição Rivail”. Com 24 anos, escreveu em seu Plano para a Melhoria da Educação Pública: “A educação exige um estudo especial... conhecimento profundo do coração humano e da psicologia moral... a educação não se limita apenas à instrução... todas as partes... são... estreitamente ligadas...” “A grande diferença entre um professor (se limita a ensinar) e um educador (encarregado do desenvolvimento inteiro do homem)”. “Educação é o resultado do conjunto de hábitos adquiridos... resultado de todas as impressões que os provocavam”. “A inteligência deve ser desenvolvida desde cedo, como a moral, e não é sobrecarregando a memória... mas enriquecendo a imaginação de idéias justas...” Complementa em 1834: “Tudo é intelectual, tudo é moral”. “Conheça o movimento dos astros e seu espírito penetre no espaço; tudo isso está ao alcance... da adolescência. Então, não será, como um bruto, indiferente a tudo o que maravilha seu olhar; então não mais acreditará em almas do outro mundo, nem em fantasmas; não mais tomará fogos-fátuos por espíritos; não mais acreditará nos ledores de sorte... seu espírito se alargará contemplando o espaço imenso e sem limites”. Em 1857 volta a lançar livros, agora sobre Espiritismo, com o pseudônimo de Allan Kardec. Até seu desencarne, em 1869, publicou, pelo menos, 8 obras espíritas. Dos aproximadamente 188 textos que Kardec insere entre as perguntas dO Livro dos Espíritos, 39 estão diretamente relacionadas à educação. Qual força foi capaz de transformar o jovem Rivail, cético do mundo espiritual, no grande codificador do Espiritismo aos 53 anos?

Com intensa atividade intelectual e confiança na ciência para alcançar a verdade, em 1823, com 19 anos, iniciou seus estudos sobre o magnetismo. Ao longo de sua vida associou-se a 12 Academias científicas. Até meados do século XIX a ciência não era uma atividade profissional, e criavam-se academias para debater e aprimorar estes conhecimentos.

Rivail nos define a educação como um ato moral de argumentação racional. Sua confiança no método científico o fez mudar de paradigma, aceitou a existência dos Espíritos desencarnados, porém manteve-se fiel ao seu sonho, definido aos 30 anos com paixão e racionalidade: “a educação é a obra da minha vida, não faltarei à minha missão... inimigo de todo charlatanismo, não tenho o tolo orgulho de acreditar cumpri-la com perfeição, mas tenho ao menos a convicção de cumpri-la com consciência”. Seu entusiasmo com o Espiritismo provém não da descoberta científica da comunicabilidade da alma, mas da percepção de que este conhecimento transformaria os conceitos humanos, desenvolvendo a moral. Sua obra não se limita na ciência, religião ou filosofia, transcende-as ao tornar-se uma obra educadora, busca convencer racionalmente, baseada em fatos vividos cientificamente, com linguagem simples para ser acessível a todos. Outros filósofos e cientistas espíritas não tiveram a envergadura educadora e o engajamento social de Kardec.

Pergunto-me se poderemos completar a utopia de Kardec e transformar o Espiritismo em uma eficiente ferramenta social de educação moral em nosso tempo. Parece-me que precisamos ser mais apaixonados pela educação, mais comprometidos em agir moralmente e em estimular a autonomia, a racionalidade e a atitude científica do Homem.

Bibliografia:
O Livro dos Espíritos (Allan Kardec), Pestalozzi: educação e ética (Dora Incontri), Textos Pedagógicos: Hippolyte Léon Denizard Rivail (Dora Incontri), Allan Kardec: o educador e o codificador (Zêus Wantuil e Francisco Thiesen).

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

PLANO DE AULA 1. TEMA: Céu e Inferno c omo estado de alma. 2. OBJETIVO: As crianças deverão entender e sentir que "céu e inferno" não são lugares determinados no Mundo Espiritual, mas, sim, estado íntimo da criatura, alicerçado na consciência de cada um.


II CICLO - IDADES: 09/10

PLANO DE AULA
1. TEMA: Céu e Inferno c omo estado de alma.
2. OBJETIVO: As crianças deverão entender e sentir que "céu e inferno" não são lugares determinados no Mundo Espiritual, mas, sim, estado íntimo da criatura, alicerçado na consciência de cada um.
3. BIBLIOGRAFIA:
LE, 1016 - "(...) trazemos em nós mesmos c éu e inferno."
ESE, cap. 3, item 2 - "(...) há muitas moradas na casa do Pai, se bem que não circunscritas, nem localizadas."
Lc , 17: 20 e 21 - "O Reino de Deus está entre vós." - Jesus.
PAI NOSSO (Meimei / F.C.Xavier), c ap. 4.SEAREIROS DE VOLT A (Lourenço Prado / Waldo Vieira), pág. 155.

4. AULA:
a) Incentivação inicial: Exposição dialogada.
ESCREVER NO QUADRO-DE-GIZ: "A alegria após a realização de uma tarefa."
Perguntar: Depois que vocês terminam os deveres escolares, c omo vocês se sentem?
— Aliviados? Felizes? Leves? NÃO É ASSIM?
Essa sensação feliz é um estado de alma.
Compreenderam? Dialogar.
b) Desenvolvimento: Diálogo.
Meus amiguinhos, céu e inferno não existem c omo lugares localizados no Mundo Espiritual.
Mesmo a cidade espiritual "NOSSO LAR", que está em esfera superior, é uma colônia transitória, conforme os próprios Espíritos declaram.
Na verdade, céu e inferno não são lugares circunscritos ou localizados no Mundo Maior, mas estados íntimos de nossas almas, nossos corações, nossos sentimentos.
VEJAMOS: CÉU: Consciência tranquila decorrente de dever cumprido no estudo e no trabalho, também na fraternidade que dispensarmos aos nosso próximo.
INFERNO: Intranquilidade na alma, tristeza, insatisfação íntima, por não havermos cumprido com os deveres mencionados no "céu".
ASSIM SENDO, céu e inferno estão dentro de nós mesmos.
Para o estudo ficar mais claro, vamos narrar uma história com a participação de todos vocês.
Narrar a história.
c) Fixação: Interrogatório.
A história de João Evangelista, apóstolo de Jesus, demonstrando o seu estado de alma vacilante, desacordo com as circunstâncias, entre o dever de filho e a vontade de passear no monte, retrata bem que o estado de alma nos inclina para a tristeza ou nos eleva para a alegria.
São estado de alma.
d) Material didático:
Quadro- de- giz, o texto da história e quatro (4) ilustrações.
 

 Antes de narrar a história, escrever no quadro- de- giz:
— NESSE MOMENTO, JOÃO ESTAVA NO CÉU? ___________ ou no INFERNO? ___________.
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(Durante a narração, nas interferências, ir anotando as respostas, para se saber quantas vezes João no CÉU e quantas no INFERNO) .
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A ALEGRIA DO DEVER
DESENHO Nº 01Quando Jesus estava entre nós, recebeu certo dia a visita do apóstolo João, muito jovem ainda, que lhe disse estar incumbido, por seu pai, de fazer viagem a povoado próximo.
Era, porém, um dia de passeio ao monte e o moço achava- se muito triste por não poder fazer o passeio c om os seus amigos.
INTERFERÊNCIA (perguntar às crianças):
Nesse momento, João estava no "inferno" ou no "céu"? (anotar no quadro) .
DESENHO Nº 02:
O Divino Amigo, contudo, exortou- o a cumprir o dever.
Seu pai prec
isava do serviço e não seria justo prejudicá- lo.
João ouviu o conselho e resolveu atender ao seu pai.
INTERFERÊNCIA (perguntar às crianças):
Nesse momento, João estava no "inferno" ou no "céu"? (anotar no quadro) .
DESENHO Nº 03:O serviço exigiu- lhe quatro (4) dias, mas foi resolvido com êxito, conforme seu pai desejava.
Mas, seu pai, afligiu- se muito porque João regressava de semblante contrafeito.
INTERFERÊNCIA (perguntar ...):
Nesse momento, João estava no "inferno" ou no "céu"? (anotar no quadro) .
DESENHO Nº 04:João voltou a procurar o Mestre amigo.
— João, cumpriste o prometido?
— Sim, respondeu o apóstolo, visivelmente contrariado.
— A tendeste à Vontade de Deus, auxiliando teu pai?
— Sim, tornou o jovem.
— Então, ainda falta um dever a cumprir — o dever de permaneceres alegre por haveres
correspondido à confiança do Céu.
João meditou sobre a lição e fez- se alegre.
INTERFERÊNCIA (perguntar ...):
Nesse momento, João estava no "inferno" ou no "c éu"? (anotar no quadro) .
Nota final:
A tranqüilidade voltou ao coração e à fisionomia do velho Zebedeu, pai de João, que compreendeu que, no cumprimento da Vontade de Deus, não podemos e nem devemos entristecer ninguém.



Espírito: Meimei
Médium: Chico Xavier