quarta-feira, 29 de junho de 2011

Nossos Jovens GPJ CRE10 Região no Encontro Estadual de GPJ




Nossos Jovens da 10 Região ( GPJ CRE10) compareceram ao
Encontro Estadual de Grupos de Programações Juvenis 2011 - EEGPJ, participaram 125 pessoas, entre jovens, evangelizadores e coordenadores de GPJ para discutir e se capacitar.
Os jovens trabalharam, na forma de oficinas, a Qualificação do Trabalhador do GPJ, trabalharam também a temática "Paulo, o peregrino", na qual foram incentivados a elaborar produções escritas, como textos, palestras, músicas, com o objetivo de que esse material, após avaliação, seja utilizado para publicações no Blog, em Colunas do Diálogo Espírita, publicação da FERGS, bem como em Tribunas Jovens.
Após a organização desse encontro a conversa se voltou para esclarecimentos sobre a XXIV CONJERGS, as atividades dos GPJ's nesse evento.
Agradecemos a presença de todos nesse evento por demais importante, pois a Juventude é o futuro não só do movimento espírita, mas também artífices do mundo de regenaração que tanto esperamos!
( Partes do texto do Blog FERGS)
Gilnei Teixeira

terça-feira, 28 de junho de 2011

Aula - Fuidos


Objetivos:Conceituar o Fluido Cósmico Universal;Reconhecer a qualidade dos fluidos ambientais diretamente relacionada aos nossos pensamentos e sentimentos.
Bibliografia:Evang.Segundo o Espiritismo – Cap. XII, item 3, 3ºparágrafo; Cap. XXVII, item 10O Livro dos Espíritos – perg.27A Gênese – Cap.XIV – Os Fluidos, item 16, 19 à 21
Material: Rolo de barbante, três canetas com tampa, três garrafas pet grandes, tesoura, vidro grande (tipo de maionese ou Nescafé), tinta guache (vermelha, azul ou verde), cartolina, carinhas de cartolina (3 para cada evangelizador) nas cores verde, amarelo e vermelha, pasta transparente para deixar as carinhas.
Desenvolvimento:
1.Prece inicial.
2.Hora da novidade
3.Motivação inicial: aplicar a técnica Teia de Ilusões (descrita a seguir) Alternativa: Técnica teia de barbante, para contar as novidades.
4.Exposição dialogada: Da mesma forma que vcs ficaram todos unidos na teia de barbante, somos nós, serem da Criação de Deus, unidos uns aos outros. Alguém sabe como?Existe um elemento que se chama Fluido Cósmico Universal, que é como essa teia: relaciona tudo o que existe na criação. Assim, ninguém está sozinho ou isolado: somos todos relacionados uns aos outros.Na teia, estamos relacionados pelo barbante. E na vida, pelos fluidos que nos envolvem. Tudo o que fazemos tem repercussão nos outros!Na teia, é só nos mexermos que os outros sentem. E na vida? Como podemos interferir nos fluidos?
==> pensamento e vontade;
==> sentimentos.
Esses elementos interferem de forma boa ou ruim nos fluidos que nos rodeiam. É como uma gota de tina na água! Por menor que seja, altera a coloração da água!
5. Mostrar o vidro grande de água limpa: imaginemos que essa água é o fluido que nos envolve. Se colocarmos uma gotinha de tinta, o que vai acontecer?
Demonstrar: qto mais gotas colocamos, mais a água vai mudando de cor.Assim também em nossa vida: quanto mais pensamentos, sentimentos bons, mais puro ficam os fluidos; quanto mais imperfeitos nossos pensamentos e sentimentos, mais impuros, contaminados, ficam os fluidos.
O que acontece conosco, num ambiente de fluidos ruins, contaminados? ==> mal estar, sensação ruim;
E num ambiente de fluidos bons? ==> sensação boa, paz, harmonia.Pedir exemplos de situações em que o ambiente fica com fluidos bons, e outros em que fica ruim.
O que fazer quando sentimos que o ambiente está com fluidos contaminados?
==> sair do ambiente! Se não for possível, orar, pedindo a Deus que nos ajude e a todos os que estão contaminando o ambiente, e também os que estão sendo influenciados por esse ambiente ruim.
Orar devemos fazer sempre. Mas se não temos forças para ficar bem num ambiente ruim, temos que nos afastar para evitarmos ficar doentes!Vamos fazer a nossa parte: colaborar para melhorar o ambiente espiritual de nosso planeta!
6. E aqui em nossa sala? Como está o ambiente?
Propor um painel, onde cada um possa colocar como entende que está influenciando os fluidos espirituais de nossa sala. Numa pasta, teremos três pilhas de carinhas nas cores verde, amarela e vermelha. Tem em número que represente cada um.
No painel, que ficará pendurado na sala, teremos os nomes de todos, junto a um espaço para colocar 1 carinha. A cada dia, ao chegar, cada um deve pegar na pasta, a carinha que representa seu estado íntimo, ou seja, a forma como está influenciando os fluidos espirituais:
- verde – estamos bem, colaborando para a paz e harmonia;
- amarelo – não estamos muito bem. Estamos tristes ou doentes. Precisamos de fluidos bons para melhorarmos!;
- vermelho – não estamos bem! Estamos com sentimentos ainda inferiores: raiva, desinteresse, deboche. Nesse caso, precisamos querer mudar e força de vontade para mudar esses sentimentos!Reforçar que nosso ambiente depende de cada um de nós!
7. Deixar que cada um vá ao painel e coloque sua carinha.Sempre que houver carinhas vermelhas, estimular a reflexão sobre os “benefícios” da atitude atual: faz mal a quem emite esses fluidos ruins e também faz mal aos demais!
8. Prece final.
TEIA DE ILUSÕES (EEV 2010)
Objetivo: permitir aos participantes vivenciar situações que envolvam comunicação, planejamento, cooperação, poder de decisão, flexibilidade e auto-controle.
Tamanho do grupo: máximo de 15 pessoas.
Material Utilizado: rolo de barbante, três canetas com tampa, três garrafas pet grandes, tesoura.
Processo:Solicitar aos participantes que fiquem em pé, formando um círculo.
O facilitador formará a teia envolvendo cada participante no barbante, um de cada vez, de preferência costurando as linhas dispostas umas nas outras. Depois de formada a teia o facilitador irá pendurar as três canetas na teia e dispor as garrafas embaixo de cada caneta. Os fios de barbante que estão as canetas devem ter tamanhos diferentes.
Execução da atividade aos participantes: 10 minutos
O objetivo é que todos consigam colocar e manter as canetas dentro de cada garrafa, sem derrubar as mesmas.
Regras: Os participantes não poderão fazer uso das mãos;
A única parte de corpo que encosta ao barbante é a cinturaNão poderão derrubar as garrafas;
Terão que executar a tarefa em tempo pré determinado. (Sugestão: 10 minutos )
* Caso alguma garrafa seja derrubada fica a critério do facilitador o fim da atividade ou uma nova tentativa.
**Sugestão: Caso derrubem a garrafa no início da atividade, permitir que tentem novamente. Caso derrubem do meio para o final, encerra-se a atividade.

Por: G.T.

Aula - Fluidos-Mecanismo da Prece





Objetivos:Conceituar Prece, à luz da Doutrina Espírita;Identificar os mecanismos que estão presentes na prece, identificando o Fluido Cósmico Universal como o meio de transmissão de nossos pensamentos e da prece;Reconhecer na prece o intercâmbio com o mundo espiritual superior, e como instrumento de paz e harmonia para o Espirito.

Bibliografia:O Livro dos Espíritos – CAPÍTULO II, 3a parte, Da Lei de Adoração;O Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap. XXVII;A Gênese, cap.XIV - Qualidade dos Fluidos (itens 16 à 18); Missionários da Luz – André Luiz/Chico Xavier – Cap. 6 – A Oração; Os Mensageiros – André Luiz/Chico Xavier – Cap. 25 – Efeitos da Oração; Cap. 24 – A Prece de Ismália; Jesus No Lar – A Resposta Celeste – Cap. 28 – Francisco C. Xavier/Neio Lucio.

Desenvolvimento:
1.Prece inicial
2.Iniciar: distribuindo a frase abaixo em pedaços de cartolina para que sejam colocadas em ordem pelos evangelizandos:
“A prece é a maneira pela qual, através do pensamento expresso ou não em palavras, a criatura se liga ao Criador. É o meio de comunicação com Deus e com os planos mais altos da vida.” (Roteiro – Emmanuel, pt 3, cap.2, perg.659).Cada criança deve receber um dos pedaços.

3. Levantar com eles, os principais elementos que essa definição de prece nos traz:
meio = pensamento;
emissor = aquele que ora;
receptor = Deus

4.Perguntar como é que a prece chega a Deus, deixando que discutam, auxiliando até que cheguem no Fluido Cósmico Universal. ==> fazer referência à aula passada (teia de barbante – estamos todos conectados pelos fluidos ambientais).
Fazer comparação com o ar, que leva o som.
5. Perguntar quais os benefícios da prece?
- paz e serenidade de espírito; principalmente nas dificuldades, qdo mais precisamos de serenidade;
- sintonia com os nossos amigos espirituais, para melhor percebermos seus conselhos úteis;
- melhor percepção das escolhas a serem feitas no nosso dia-a-dia;Além de benefícios próprios, também podemos orar por nossos irmãos em Deus.
A prece resolve nossos problemas?==> não; somente nós próprios podemos resolver nossos problemas; a prece é a luz que nos mostra o que fazer, mas a ação, é nossa!
6. Nossas preces são sempre atendidas? Deixar que respondam e depois, contar a história da página de Jesus no Lar. Após a história, levantar os principais ensinos de Jesus nessa pequena história:
Deus se utiliza de diversos elementos para atender à nossa necessidade: moscas; raios, rio que levou a ponte;
Nem sempre percebemos de imediato, a resposta celeste.
Por quê? Por que, normalmente, esperamos que a resposta seja do jeito que pensamos e, nem sempre o jeito que pensamos é o melhor para nós.É preciso ter fé, confiança na solicitude de Deus.

7. Propor o jogo da Redação Circular: dar papel e lápis a cada criança, com o início de uma estória:
“Finalmente chegou o dia de ir passar o dia na Fazenda Arco-Íris, onde além de piscina natural, tem um monte de animais. Ao ouvir o despertador, pulei da cama e olhei a janela: estava uma chuvarada daquelas! Tinha até raios e trovões! .....”
Pedir que continuem a estória escrevendo uma frase. Quando terminarem, passar a folha para o colega da direita que deve continuar de onde o outro parou, escrevendo mais uma frase. Repetir esse procedimento até a folha chegar de volta a seu dono.
Cada um deve ler a história que foi formada.
Fazer comentários sobre a visão positiva ou negativa a partir do fato inicial narrado, observando que nossos pensamentos influenciam diretamente a nossa realidade, e que a prece sincera sempre nos auxilia a perceber a melhor forma de agir em todas as situações.

8. Prece final
*Idade sugerida: 11 anos

*Texto também sugerido para a redação circular:
Jesus no Lar – Cap.28 - A resposta celeste
Solicitando Bartolomeu esclarecimentos quanto às respostas do Alto às súplicas dos homens, respondeu Jesus para elucidação geral:
— Antigo instrutor dos Mandamentos Divinos ia em missão da Verdade Celeste, de uma aldeia para outra, profundamente distanciadas entre si, fazendo-se acompanhar de um cão amigo, quando anoiteceu, sem que lhe fôsse possível prever o número de milhas que o separavam do destino.
Reparando que a solidão em plena Natureza era medonha, orou, implorando a proteção do Eterno Pai, e seguiu.
Noite fechada e sem luar, percebeu a existência de larga e confortadora cova, à margem da trilha em que avançava, e acariciando o animal que o seguia, vigilante, dispôs-se a deitar-se e dormir. Começou a instalar-se, pacientemente, mas espessa nuvem de moscas vorazes o atacou, de chofre, obrigando-o a retomar o caminho.
O ancião continuou a jornada, quando se lhe deparou volumoso riacho, num trecho em que a estrada se bifurcava. Ponte rústica oferecia passagem pela via principal, e, além dela, a terra parecia sedutora, porque, mesmo envolvida na sombra noturna, semelhava-se a extenso lençol branco.
O santo pregador pretendia ganhar a outra margem, arrastando o companheiro obediente, quando a ponte se desligou das bases, estalando e abatendo-se por inteiro.
Sem recursos, agora, para a travessia, o velhinho seguiu pelo outro rumo, e, encontrando robusta árvore, ramalhosa e acolhedora, pensou em abrigar-se, convenientemente, porque o firmamento anunciava a tempestade pelos trovões longínquos. O vegetal respeitável oferecia asilo fascinante e seguro no próprio tronco aberto. Dispunha-se ao refúgio, mas a ventania começou a soprar tão forte que o tronco vigoroso caiu, partido, sem remissão.
Exposto então à chuva, o peregrino movimentou-se para diante.
Depois de aproximadamente duas milhas, encontrou um casebre rural, mostrando doce luz por dentro, e suspirou aliviado.
Bateu à porta. O homem ríspido que veio atender foi claro na negativa, alegando que o sítio não recebia visitas à noite e que nao lhe era permitido acolher pessoas estranhas.Por mais que chorasse e rogasse, o pregador foi constrangido a seguir além.
Acomodou-se, como pôde, debaixo do temporal, nas cercanias da casinhola campestre; no entanto, a breve espaço, notou que o cão, aterrado pelos relâmpagos sucessivos, fugia a uivar, perdendo-se nas trevas.
O velho, agora sozinho, chorou angustiado, acreditando-se esquecido por Deus e passou a noite ao relento. Alta madrugada, ouviu gritos e palavrões indistintos, sem poder precisar de onde partiam.
Intrigado, esperou o alvorecer e, quando o Sol ressurgiu resplandecente, ausentou-se do esconderijo, vindo a saber, por intermédio de camponeses aflitos, que uma quadrilha de ladrões pilhara a choupana onde lhe fora negado o asilo, assassinando os moradores.
Repentina luz espiritual aflorou-lhe na mente.
Compreendeu que a Bondade Divina o livrara dos malfeitores e que, afastando dele o cão que uivava, lhe garantira a tranquilidade do pouso.Informando-se de que seguia em trilho oposto à localidade do destino, empreendeu a marcha de regresso, para retificar a viagem, e, junto à ponte rompida, foi esclarecido por um lavrador de que a terra branca, do outro lado, não passava de pântano traiçoeiro, em que muitos viajores imprevidentes haviam sucumbido.
O velho agradeceu o salvamento que o Pai lhe enviara e, quando alcançou a árvore tombada, um rapazinho observou-lhe que o tronco, dantes acolhedor, era conhecido covil de lobos.
Muito grato ao Senhor que tão milagrosamente o ajudara, procurou a cova onde tentara repouso e nela encontrou um ninho de perigosas serpentes.
Endereçando infinito reconhecimento ao Céu pelas expressões de variado socorro que não soubera entender, de pronto, prosseguiu adiante, são e salvo, para desempenho de sua tarefa.
Nesse ponto da curiosa narrativa, o Mestre fitou Bartolomeu demoradamente e terminou:
O Pai ouve sempre as nossas rogativas, mas é preciso discernimento para compreender as respostas dEle e aproveitá-las.
Fonte: Casa Espírita Missionários da Luz – II Ciclo –

Postado por : G.T.

Atividade, aula, conceito: Inteligências Múltiplas



A idéia de definir e mensurar a inteligência tem pouco mais que um século. Começou com Alfred Binet (1), médico francês, que identificou dois tipos de inteligência: a lógico-matemática e a linguística ou verbal.
Desde então, seu modelo foi aceito e considerado para a formação de currículos de todas as escolas do mundo.
Um novo e grande passo na compreensão do que é e como funciona a inteligência somente seria dado por Howard Gardner e sua equipe da Universidade de Harvard quando, nos anos 80, descobriu e propôs que o ser humano teria não uma ou duas, mas várias inteligências, relacionadas a habilidades específicas que iam da montagem de blocos à música, à pintura e ao autoconhecimento.
Acompanhando o desempenho profissional de pessoas que haviam sido alunos fracos ou medíocres, Gardner se surpreende ao verificar que muitos obtiveram sucesso e viviam muito bem, o que não acontecia necessariamente com aqueles que haviam sido estudantes aplicados e tirado boas notas. Questionando o tipo de avaliação feita nas escolas, ele verificou que elas não incluíam capacidades que eram essenciais para a realização e a felicidade das pessoas.
Gardner demonstrou que as demais faculdades, desprezadas pela escola, também são produto de processos mentais. Para ele, inteligência é uma capacidade de resolver problemas e elaborar produtos de valor num ambiente cultural ou comunitário. Ele próprio, na ocasião, identificou sete inteligências, mas como os estudos prosseguem, atualmente utilizamos a seguinte classificação:



Inteligências Múltiplas
Abstrata
  • Lógico-Matemática - Habilidade para raciocínio dedutivo e para solucionar problemas matemáticos. É a mais associada com a idéia tradicional de inteligência. Importante para pesquisadores, cientistas, físicos e engenheiros, etc.
  • Lingüística - Habilidade para lidar com palavras de maneira criativa e de se expressar de maneira clara e objetiva. É a inteligência da fala e ca comunicação verbal e escrita e não tem relação com a cultura da pessoa. Importante para poetas, escritores, oradores, jornalistas, publicitários, vendedores, etc.
  • Musical - Capacidade de entender a linguagem sonora e de se expressar por meio dela. Permite organizar elementos sonoros (timbres, ritmos, sons) de forma criativa e independe de aprendizado formal. É a mais associada com a idéia de talento. Importante para músicos e compositores.
Concreta
  • Pictórica-espacial - Capacidade de reproduzir, pelo desenho, situações reais ou mentais, de organizar elementos visuais de forma harmônica; de situar-se e localizar-se no espaço. Permite formar um modelo mental preciso de uma situação espacial, utilizando-o p/ fins práticos (orientação/disposição). Capacidade de transportar-se mentalmente a um espaço. Importante para artistas plásticos, ilustradores, arquitetos, navegadores, pilotos, cirurgiões, engenheiros, escultores, etc.
  • Cinético-Corporal - Capacidade de utilizar o próprio corpo para expressar idéias e sentimentos. Facilidade de usar as mãos. Inclui habilidades como coordenação, equilíbrio, flexibilidade, força, velocidade e destreza. Importante para atletas, mágicos, bailarinos, malabaristas, mímicos, etc.
Social
  • Interpessoal - Capacidade de compreender as pessoas e de interagir bem com os outros, o que significa ter sensibilidade para o sentido de expressões faciais, voz, gestos e posturas de habilidade para responder de forma adequada às situações interpessoais. Importante para líderes de grupos, políticos, terapeutas, professores e animadores de espetáculos.
  • Intrapessoal - Capacidade de conhecer-se e de estar bem consigo mesmo, de administrar os próprios sentimentos a favor de seus projetos. Inclui disciplina, auto estima e auto-aceitação. Importante para todas as profissões.
  • Interpessoal + Intrapessoal = Emocional - Assim denominada por Daniel Goleman em seu best-seller, envolve a capacidade de interagir com o mundo levando em conta os próprios sentimentos e a habilidade de compreender as emoções próprias e alheias, utilizando para as nossas decisões pessoais e profissionais.
Espiritual
  • Espiritual - É a capacidade de aplicar, nas ações do cotidiano, princípios e valores espirituais, com o objetivo de encontrar paz e tranqüilidade. Envolve a capacidade de encontrar um propósito para a própria vida e de lidar com problemas existenciais (perdas, fracassos, rompimentos).

A idéia central de sua proposta é a de que a inteligência compõe-se um amplo espectro de competências inter-relacionadas, algumas das quais antigamente eram consideradas dons, talentos (como a músical ou a pictórica-espacial) ou virtudes (como a intrapessoal). A diferença no enfoque e o aspecto revolucionário da teoria das Inteligências Múltiplas está em que todos os seres humanos possuem todas as inteligências acima, só que em diferentes graus de desenvolvimento. Ninguém recebeu dádivas especiais e exclusivas. O que nos falta é treino.
Esta visão concorda perfeitamente com a concepção espírita da Lei de Igualdade, da Justiça Divina e da Evolução. Segundo a Doutrina, todos possuímos os germes de todas as faculdades, que apenas aguardam para desabrochar em nós.
Uma das inteligências não consideradas por Gardner, mas defendida pela psicóloga e filósofa americana Dana Zohar, é a espiritual. Suas características coincidem com a idéia que fazemos de um ser espiritualmente evoluído.
Embora estejam separadas, para fins de entendimento, na realidade as inteligências funcionam em conjunto, integradas umas às outras. Ao montar um quebra-cabeça, por exemplo, várias delas entram em ação: a lógico-matemática (na classificação das peças e descoberta de semelhanças), a pictórica-espacial (para perceber a localização das peças e as diferenças de cor), cinético-corporal (no uso das mãos) e até a intrapessoal (para persistir até o fim). Quer dizer que, embora uma possa predominar, todas trabalham juntas.
Quantas crianças não são marginalizadas em suas famílias, comunidades e escolas porque suas habilidades em resolver cálculos ou problemas abstratos e distanciados de sua realidade não são as esperadas?

Provavelmente, a contribuição mais importante da teoria das inteligências múltiplas seja a de alterar alguns conceitos sobre ensino, proporcionando ao aluno desenvolver diversas atividades de forma mais personalizada e de acordo com as suas reais aptidões. Neste processo mais individualizado, as crianças perceberão que suas forças pessoais estão sendo reconhecidas e valorizadas. O importante não está em medirmos a grandeza da inteligência em números ou como um conjunto de habilidades isoladas, e sim como um processo dinâmico, múltiplo e integrado, permitindo ser observada de diferentes ângulos. Esta nova concepção de inteligência nos conduzirá à formação de cidadãos mais felizes, mais competentes, com mais capacidade de trabalhar em grupo e mais equilibrados emocionalmente.(2)

Quebra-cabeças misturados

(A partir dos 8 anos.)
OBJETIVO GERAL: Trabalhar simultaneamente com algumas das múltiplas inteligências.
Material: Figuras diversas, recortadas em forma de quebra-cabeça, acondicionadas em envelopes ou sacos plásticos com as peças misturadas.
Como aplicar:
Dividir a turma em grupos em número igual ao de envelopes. Entregar um para cada grupo e explicar que todos os grupos deverão, ao final de certo tempo, haver montado um quebra-cabeça completo.

(1) Em 1900, Alfred Binet foi solicitado para que desenvolvesse uma medida de predição do sucesso escolar de crianças das primeiras séries. Desta forma surgiu o primeiro teste de inteligência, que visava estabelecer um critério para diferenciar crianças retardadas e crianças normais nos mais diferentes graus. Daí surgiu, também, a noção de que a inteligência poderia ser medida quantitativamente através da avaliação das capacidades lógica e linguística.
(2) O trecho em itálico é de Jorge Montardo, médico pediatra. Rita Foelker
Por: G.Teixeira.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

PLANO DE AULA: Amor às Plantas


 Conduta Espírita- Vivência Evangélica
 Relações do homem com a natureza
SUBUNIDADE: Respeito a natureza: AMOR ÀS PLANTAS
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
• Dizer sobre a importância das plantas
• Discriminar os vários tipos de planta e sua utilidade
• Dizer por que devemos amar as plantas
CONTEÚDOS:• Existem vários tipos de plantas.
• Algumas nos dão alimento, outras dão flores que enfeitam os jardins, outras, como as árvores, dão sombra gostosa.
• Todas as plantas são importantes para nós, devemos trata-las com carinho, preservando-as, para que cresçam e se desenvolvam fortes e protegidas.
• As plantas são criação de DEUS, merecem nosso cuidado e atenção.
• Não devemos pisá-las, arrebentar seus galhos e flores, maltratando-as.
• Amar as plantas é proteger seus galhos, flores e frutos, molhando-as se estiverem secas, cuidando da terra adubando.
PRECE INICIAL
PRIMEIRO MOMENTO:
Distribuir aos evangelizandos fantoches de dedos representando as frutas.
A seguir serão ensinadas algumas quadrinhas sobre frutas e o evangelizando que estiver com o dedoche/fruta citada, irá repeti-la movimentando.
Ensinar as quadrinhas abaixo, pedindo que descubram de que fruta estamos falando.
1. Sou o delicioso MAMÃO,
Fruta tão procurada!
Nunca posso faltar
Em uma boa salada.
2. Minha casca é lisa e vermelha,
Tenho polpa macia e cheirosa.
Sou a MAÇÃ cobiçada,
Fruta muito saborosa!
3. Meu suco é tão azedo,
Que ninguém pode chupar.
Mas com água e açúcar,
LIMONADA vou virar.
4. Sou o cheiroso ABACAXI,
Fruta muito apreciada.
Quando apareço na mesa,
Alegro toda a garotada.
5. Me vestiram de amarelo.
Me enfeitaram de marrom.
Sou a querida BANANA,
Alimento rico e bom.
6. Somos frutas bem gostosas.
Viemos lá do pomar.
Em sua mesa, crianças,
Nunca podemos faltar.
OBS: Ao ensinar a última quadrinha todas as frutas devem se movimentar.Após a atividade, perguntar:• Quem sabe o nome das frutas/dedoches.
• Onde nascem as frutas?
• Quem gosta das árvores?
• As árvores são importantes? Por quê?
Ao ouvir as respostas, salientar a necessidade de amar e cuidar das plantas.
SEGUNDO MOMENTO:Narrar a história JOÃO, FEIJÃO, com auxílio de gravuras.HISTÓRIA: JOÃO, FEIJÃOQuando um feijão nasce, ele nasce todo enroscado.
Foi assim que nasceu JOÃO, o pé de feijão.
Quando João nasceu, ele logo quis água, só que feijão bebe água da terra, puxando a água pelas raízes.
João quis beber, fez força... Mas, onde encontrar água? A terra estava seca!
- Dona Terra, eu quero beber água para ficar forte e grande- chorou João.
Mamãe terra queria dar para o feijão, mas não conseguia. Estava seca, seca, seca.
Aí passou um passarinho.
- Ei seu passarinho! Por favor, diga para Dona Nuvem vir depressa para chover e molhar o pé de feijão, chamado João! – falou a Terra.
O passarinho voou, voou bem alto e foi encontrar Dona Nuvem.
- Dona Nuvem de Chuva, venha depressa, acorde o Trovão e faça chover para molhar o João, que é um pequeno Pé de Feijão e está quase morrendo de sede – disse o passarinho.
O Trovão que estava por perto ouviu o passarinho e veio:
- Bem, Bem, Bem! – gritou o trovão bem alto. E logo foi empurrando a Nuvem que, toda assustada com o barulho do trovão, começou logo a chover.
E assim, a chuva molhou a terra. A Terra molhou a raiz. A raiz era por onde João puxava a água e crescia.
Crescia, engordava e sorria.
João se tornou, assim, um grande pé de feijão.
Ao término, perguntar:
• Para que servem as plantas?
• Diga o nome de uma planta?
• Cita outra, etc...
• O que vocês podem fazer para demonstrar amor às plantas?
TERCEIRO MOMENTO:Distribuir aos evangelizandos gravuras onde terão que desenhar os elementos necessários para as plantas crescerem. Yeda.
Prece  Final
Postado por G.T.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Essas duas habilidades, a de compreender e motivar os adolescentes, requerem do educador muito preparo, conhecimento e, sobretudo, amor.


Ao reencarnar, o Espírito é confiado à família que o vai receber para cumprir a tarefa de auxiliá-lo, principalmente durante a infância, a educar-se, corrigir más tendências, desenvolver virtudes e novos conhecimentos. Conclui-se daí o quanto a família tem um papel fundamental para o progresso do Espírito.
Ao lado da família, estão os educadores que também participam da formação do indivíduo, seja na escola ou em instituições como os centros espíritas, onde os educadores espíritas se propõem a
colaborar com a vivência e os ensinamentos de Jesus e da Doutrina Espírita. Na adolescência, faixa etária à qual nos dedicamos especificamente, esse trabalho de vivência espírita fará toda a diferença no caminho que tomará o Espírito na atual encarnação. Acreditamos, então, ser de fundamental importância o desenvolvimento de atividades constantes, realizadas por um grupo de pessoas comprometidas, que estudem aspectos doutrinários, mas também aspectos relacionados com a psicologia e o comportamento do adolescente, pedagogia, didática, ou seja, que busque o máximo de ferramentas possíveis e adequadas para tornar o trabalho atraente, comprometido, fundamentado e ininterrupto!
Santrock 1 afirma que os educadores precisam atingir um aprendizado que permita a compreensão do que os adolescentes estão dizendo, para bem agir diante de suas ideias. Acredita que a melhor forma de motivá-los é permitindo a sua interação espontânea com o ambiente.
Essas duas habilidades, a de compreender e motivar os adolescentes, requerem do educador muito preparo, conhecimento e, sobretudo, amor. É importante conhecer as fases do desenvolvimento do adolescente, desenvolver a capacidade de empatia, que é a ação de se colocar no lugar do outro.
Desse modo, saber utilizar os melhores meios para a comunicação ser clara, além de conhecer com segurança os princípios doutrinários, são apenas algumas das habilidades que um educador deve ter para se dedicar ao estudo da Doutrina Espírita junto aos jovens.
Sabendo da necessidade que todo educador tem de estar sempre estudando e, compreendendo o trabalho com mocidades espíritas, resolvemos estudar e registrar neste blog informações básicas
sobre o adolescente, seu comportamento, sua forma de pensar, a fim de que possamos conhecer melhor o perfil do educando com
quem pretendemos trabalhar.
Temos a convicção de que a Doutrina Espírita e sua concepção das leis divinas, da existência do Espírito, da imortalidade da alma e da reencarnação é a chave para a construção da mudança na forma
como a educação é vista em nossa sociedade, ainda tão marcada pelo autoritarismo, egoísmo e pela incompreensão do outro. Para construirmos um mundo de regeneração, a educação deve ter
implicações não somente físicas e intelectuais, mas principalmente morais e espirituais.

1 SANTROCK, John. W. Adolescência. 8.ed. Rio de Janeiro: Ed.LTC. 2001. Trad. A.B. Pinheiro de Lemos.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Os Ensinos de Jesus



Moisés e a 1º Grande Revelação Foi o maior estadista que o mundo jáO Decálogo que recebeu no Sinai foi a primeira mensagem mediúnica transmitida diretamente pelos Espíritos.
No Séc. 12 aC.Libertou os Hebreus do Egito onde ficaram 500 anos como escravos.
Conhecedor de toda a ciências dos Faraós e grandes sacerdotes.
conheceu.
Os Dez Mandamentos são até hoje osEspírito Áureo.
 


O Século da Boa Nova

Denominada Época de Augusto, era Otávio o Imperador de Roma.
A presença do Mestre Jesus aproximava-se da Terra, com vibrações de amor e beleza. Ia chegar à Terra o Sublime Emissário da Boa Nova. Humberto de Campos – Boa Nova


O Cristo e a 2º Grande Revelação
Jesus não veio destruir a lei e sim cumpri-la, dar-lhe o verdadeiro sentido e desenvolvê-la.
A Base de sua doutrina é o amor.
reduzindo-a a uma única lei:
Modificou as leis de Moisés e dos profetas
“Amar a Deus acima todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.”Allan Kardec – O Evangelho Segundo o Espiritismo

A Comunidade de Espíritos Puros
“Rezam as tradições do mundo espiritual que na
direção de todos os fenômenos, do nosso sistema,
existe uma Comunidade de Espíritos Puros e Eleitos
pelo Senhor Supremo do Universo, em cujas mãos
Aula
se conservam as rédeas diretoras da vida de todas as coletividades planetárias.”
Jesus é um dos membros dessa Comunidade.
Reuniu-se por duas vezes:
1º: Na criação da Terra
O Tipo Mais Perfeito
Qual o tipo mais perfeito que Deus tem oferecido ao homem para lhe servir de modelo?
Jesus.
porque, sendo ele o mais puro de quantos têm
aparecido na Terra, o
A Missão de Jesus
Não foi um legislador moralista.
é vivida no reino dos Céus.
Veio ensinar aos homens que a verdadeira vida não é a que transcorre na terra e sim a que
Veio ensinar os caminhos que a esse reino conduz
verdades que a humanidade somente compreenderia quando houvesse alcançado
um certo grau de madureza.
A Direção do Planeta Terra
imperscrutável das eras, personificando
a sabedoria e o amor, tem
o desenvolvimento da Humanidade terrena
imortalidade do espírito, revelando-lhe,
em cada época, aquilo que a sua compreensão pode abranger.”
O Divino Legado
“O divino legado de Jesus, que a
Humanidade Terrena ainda não quis
aceitar e não pôde receber, é o de
um mundo feliz, de paz e amor, sem
injustiças, sem opóbrios, sem

miséria, sem orfandade, sem crimes e sem ódios, sem fraticídios e sem guerras, onde todos, solidários e progressistas, criarão a Beleza, desenvolverão a Ciência e as Artes, a Filosofia e a Técnica, com o trabalho digno e repouso honesto, na nobreza do lar e na administração operosa e esclarecida”. Áureo
Jesus, cuja perfeição se perde na noiteorientado todo, enviando seus iluminados mensageiros, em todos os tempos, aos agrupamentos humanos e, assim como presidiu a formação do orbe (...) vem lhe fornecendo a idéia da sua divina origem, o tesouro das concepções de Deus e daEmmanuel - Emmanuel
Falou de tudo, mas em termos mais ou menos implícitos e lançou germens de algumasAllan Kardec – O Evangelho Segundo o Espiritismo
Para o homem, Jesus constitui o tipo da perfeição moral a que a Humanidade pode aspirar na Terra. Deus no-lo oferece como o mais perfeito modelo e a doutrina que ensinou é a expressão mais pura da lei do Senhor,Espírito Divino o animava.” Allan Kardec - O Livro dos Espíritos2º: Quando se decidia a vinda de Jesus à Terra. Emmanuel – A Caminho da Luz
Os Ensinos de Jesus
            Amar a Deus e ao próximo.
Meu reino não é deste mundo.
A vida futura.
Há muitas moradas na casa de meu pai.
Ninguém poderá ver o reino de deus se não nascer de novo.
As bem-aventuranças:
Bem-aventurados os aflitos.
Bem-aventurados os que choram.
Bem-aventurados os famintos e os sequiosos de justiça.
Bem-aventurados os pobres de espírito.
Bem-aventurados os que têm puro o coração.
Bem-aventurados os mansos.
                Perdoai para que Deus vos perdoe.
Amai os vossos inimigos; fazei o bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos perseguem e caluniam.
Não saiba a vossa mão esquerda o que dê a vossa mão direita.
             Não se pode servir a Deus e a Mamon.
Honrai a vosso pai e a vossa mãe. Sede perfeitos, como perfeito é o vosso Pai Celestial.
O poder da fé.
Os trabalhadores da última hora.
Os falsos cristos e os falsos profetas - conhece-se a árvore pelo fruto.
Buscai e achareis; Pedi e obtereis.
Dai gratuitamente o que gratuitamente recebestes.
Se quiser ganhar a vida perdê-la-á.

por:G.T.
Se te obrigares a caminhar mil passos, caminha dois mil.
Bem-aventurados os misericordiosos.
Imergiam no planeta Espíritos simples que preparariam a vinda de Jesus, Roma vivia um clima de artes e belezas.
fundamentos da mais alta moral e filosofia.

A Inteligência Suprema DEUS


 
Que é Deus ? “Deus é a inteligência suprema,
causa primária de todas as coisas.”
Allan Kardec – O Livro dos Espíritos

A mais elevada concepção de Deus que podemos abrigar no santuário do espírito é aquela que Jesus nos apresentou, em no-
Lo revelando Pai amoroso e justo, à espera dos nossos testemunhos de compreensão e amor.”
Emmanuel – Pão Nosso

A Existência de Deus.
Não há efeito sem causa. Allan Kardec - O Livro dos Espíritos
Para crer-se em Deus, olhar as obras da Criação. Allan Kardec – O Livro dos Espíritos
O homem possui um sentimento instintivo da existência de Deus.
Allan Kardec - O Livro dos Espíritos
Chamam-No de Deus, Jeová, Alá, Brama, Fo-Hi, Grande Espírito. Allan Kardec – Obras Póstumas
Do mais pequenino inseto às leis que regem os mundos, tudo atesta uma idéia diretora, uma soberana inteligência. Allan Kardec – Obras Póstumas
Atributos da Divindade
Suprema e soberana inteligência: É infinita e abrange o infinito.
Eterno: Não teve começo e não terá fim.
Imutável: Não está sujeito a mudanças, Estável.
Imaterial: Difere de tudo que chamamos matéria.
Onipotente: Possui poder supremo.
Soberanamente justo e bom: É infinitamente justo e bom.
Infinitamente perfeito: Sem a perfeição infinita Lhe faltaria algo.
Único: Como é infinito, não pode haver outro superior. Allan Kardec – Obras Póstumas
A Providência Divina
A providência é a solicitude de Deus para
com as suas criaturas. Ele está em toda
parte, tudo vê, a tudo preside, mesmo às
coisas mais íntimas. É nisto que consiste a ação providencial.” Allan Kardec – A Gênese
Por toda a parte se nos depara a prova de
paternal solicitude. Cego, portanto, é aquele que não te reconhece nas tuas obras, orgulhoso aquele que te não glorifica e ingrato aquele que te não rende graças.”Allan Kardec – O Evangelho Segundo o Espiritismo
A Mente Paternal de Deus
O Universo inteiro vive mergulhado e
penetrado pelo fluido cósmico e vivificador que dimana da Mente Paternal de Deus.”
Deus é nossa vida e nossa luz, nossa essência e nossa destinação.
Existimos e evoluímos para conhecê-Lo, amá-Lo e nEle nos realizarmos.
Através de eras incontáveis Seu Divino amor nos guia e sustenta.
Esse Supremo Ser vive em nós e nós vivemos nEle.
Quanto mais aprendemos e crescemos, mais pequeninos nos sentimos ante a excelsa grandiosidade de Deus.
Através do tempo-espaço de nossas limitações e dores, chegaremos um dia à perfeição, no Seio Paterno do Criador.
Ao malbaratarmos os bens da vida, depredamos o que é do Pai Celeste, que nos tolera e ensina.
Espírito Áureo – Universo e Vida
Amar a Deus
TTem Deus preferência pelos que o adoram desta ou daquela maneira?
Deus prefere os que o adoram do fundo do coração, com sinceridade,
fazendo o bem e evitando o mal, aos que julgam honrá-lo com cerimônias
que não os tornam melhores para com os seus semelhantes.” Alan Kardec - O Livro dos Espíritos
por:G.T.